Pearl Jam, Cascais 1996
Foi há doze anos, num Domingo e 2ªFeira em Cascais.
Foi a primeira vez que os Pearl Jam vieram a Portugal e dada a longa espera de muitos fãs pelo momento, os bilhetes esgotaram em poucos dias.
Posso gabar-me de não ter vivido o drama da caça aos bilhetes, porque na altura já fazia parte do Ten Club e reservei nas calmas um para cada dia.
(de vez em quando sabe bem meter este tipo de nojo, vá)
Tinha 16 anos e não me esqueço da confusão que provoquei ao meu pai quando lhe tentei explicar que ia ver dois concertos seguidos da mesma banda (a minha favorita de todo o sempre), e consequentemente que ia faltar dois dias à escola. Ele disse 'Não' e eu, como boa rebelde que era na altura, desobedeci sem sequer ponderar que poderia acartar com eventuais consequências. Nunca cheguei a ser castigada, porque no fundo os meus pais sabiam o quão maluquinha por Música eu era (e sempre fui).
Não me esqueço (x2) de andar com a Bebé a fazer a ronda ao pavilhão e termos visto e ouvido, através de uma nesga aberta nas traseiras, a Release no soundcheck ... Foram as primeiras contracções estomacais ... Puro histerismo.
Devido a um problema do Ten Club, entrei sozinha no pavilhão e disparei cega para a frente. Não me esqueço (x3), enquanto furava a multidão, do comentário que ouvi de um palerma já bastante alterado ... 'Vais levar com tanto pontapé nessa boca!'.
Não levei pontapés na boca, mas os entalões foram bastantes.
Lembro-me da arritmia provocada pela entrada daqueles cinco homens em palco (fiquei no 'Mike side') ... e das lágrimas naquela Release que ficou para história como sendo a primeiríssima música a ser tocada pelos Pearl Jam em Portugal e aquela que eu e mais cerca de 5 mil pessoas ouvimos ao vivo com o maior dos amores.
Foi há doze anos ...
Foi a primeira vez que os Pearl Jam vieram a Portugal e dada a longa espera de muitos fãs pelo momento, os bilhetes esgotaram em poucos dias.
Posso gabar-me de não ter vivido o drama da caça aos bilhetes, porque na altura já fazia parte do Ten Club e reservei nas calmas um para cada dia.
(de vez em quando sabe bem meter este tipo de nojo, vá)
Tinha 16 anos e não me esqueço da confusão que provoquei ao meu pai quando lhe tentei explicar que ia ver dois concertos seguidos da mesma banda (a minha favorita de todo o sempre), e consequentemente que ia faltar dois dias à escola. Ele disse 'Não' e eu, como boa rebelde que era na altura, desobedeci sem sequer ponderar que poderia acartar com eventuais consequências. Nunca cheguei a ser castigada, porque no fundo os meus pais sabiam o quão maluquinha por Música eu era (e sempre fui).
Não me esqueço (x2) de andar com a Bebé a fazer a ronda ao pavilhão e termos visto e ouvido, através de uma nesga aberta nas traseiras, a Release no soundcheck ... Foram as primeiras contracções estomacais ... Puro histerismo.
Devido a um problema do Ten Club, entrei sozinha no pavilhão e disparei cega para a frente. Não me esqueço (x3), enquanto furava a multidão, do comentário que ouvi de um palerma já bastante alterado ... 'Vais levar com tanto pontapé nessa boca!'.
Não levei pontapés na boca, mas os entalões foram bastantes.
Lembro-me da arritmia provocada pela entrada daqueles cinco homens em palco (fiquei no 'Mike side') ... e das lágrimas naquela Release que ficou para história como sendo a primeiríssima música a ser tocada pelos Pearl Jam em Portugal e aquela que eu e mais cerca de 5 mil pessoas ouvimos ao vivo com o maior dos amores.
Foi há doze anos ...

































